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sábado, 9 de janeiro de 2010

entenda;

entenda que não é como se eu quisesse destruir a tua vida.
eu apenas quero, tento, melhorar a minha.

quinta-feira, 7 de janeiro de 2010

pra onde vão as pessoas quando a porta do elevador fecha?

ela chegou ao lar que outrora foi seu.
esboçou um gesto de continência para o dono, não encostaria nele, e pediu licença para entrar.

suspirou, e com a voz que ele não ouvia há muito tempo, avisou que não se alongaria, tentaria ser mais breve possível para não atrapalhá-lo - era uma desculpa qualquer pra justificar o fato de que o cheiro daquela casa, e que principalmente, a figura dele a enojava.

dispôs as duas malas vazias na sala.
fitou mais uma vez o jeito estranhamente forçado dele se mostrar arrependido ou desconfortável, buscou na memória todas as vezes que viu aquele mesmo conjunto de gestos, e concluiu rapidamente que não era arrependimento, era só desconforto, aquele que ela também sentia.

ouviu que ele resmungou algo inaudível, ele nunca sabia falar, sempre resmungando, sempre sorrateiro, agora a fazia lembrar um verme, arrastado, asqueroso.

em pouco tempo lotou a mala. as duas.
havia, enfim, recuperado todo seu tesouro. seus próximos anos de leituras estavam ali.

quando foi buscar a tv que estava no quarto, ele se ofereceu para ajudá-la. recusou.
jamais aceitaria nenhum tipo de favor daquele homem. nenhum tipo de ajuda, nunca mais.

saiu primeiro com a tv nos braços, sem sequer olhar pra ele, voltou, levou as malas.

parecia o fim de um sequestro estranho.

ela havia consentido deixar o que tinha de mais valioso nas mãos de seu pior inimigo.
não teve explicação lógica pra justificar isso.

no corredor, prestes a pegar o elevador, em liberdade, enfim, não respondeu ao "adeus" que ele lhe deu.
pra quê renovar um adeus que já foi dado? meses atrás?

e ele, ah... ele não mereceria ouvir nem mais uma palavra dita por ela.

ele não merecia sequer a lembrança da última imagem dela.
aqueles últimos segundos antes que a porta do elevador se fechasse.

o poço do elevador é a retirada brusca de uma presença.
tem gente que faz questão de viver a beira dele.






perdendo todas as pessoas que um dia conquistou.

sábado, 22 de agosto de 2009

sumir;


"que tudo se foda,
disse ela,
e se fodeu toda"
______________

sumir, desaparecer, desintegrar.
nessas horas eu sinto que eu vejo ficção demais, e histórias de fantasia demais, porque eu quase imagino maneiras de fazer isso acontecer.

sentimento de estar deslocada de novo.
não adianta, não importa quantas vezes eu volte pra essa cidade, e por quais motivos - eu não perteço a este lugar.

sexta-feira, 29 de maio de 2009

esperar;

"vivemos esperando o dia em que seremos melhores.
melhores no amor, melhores na dor.
melhores em tudo."

ainda bem que eu não tenho muitos problemas em esperar.
porque agora é a única coisa que está ao meu alcance de fazer.

tenho que esperar os exames, depois os resultados dos exames, esperar a prova, esperar o resultado da prova, esperar o tempo passar, o dinheiro entrar, um emprego arrumar, talvez, uma casa montar e essa vidinha de merda voltar pros trilhos.

quarta-feira, 27 de maio de 2009

breve adeus; [ou não]


curitiba chorou.
depois de dias sem chover, acordei com o som da água.

aparentemente tranquila - como sempre - mas com o coração em cacos caindo pelo chão, peguei minhas seis malas e segui em direção ao aeroporto.
não era com a intenção de não mais voltar, deveria ser, mas voltarei. eu sei.
quando eu voltar quero encontrar aquela cidade da mesma maneira que deixei, então preciso voltar logo... ficou muito de mim lá, trouxe muito dela comigo, mas não o bastante.


daqui pra frente tudo é incerto. sem planos. sem ganhos. sem anseios.
como saber o que será?

e fica só essa saudade que eu sinto e me dá um nó no peito.
mas não tem jeito, a vida foi feita pra se aprender.
e sofrer é caminho que se anda, pra chegar algum dia na meta, pra ganhar um beijo no final.
e a alegria sempre acaba, pra uma hora recomeçar.

tomara que a minha não demore pra voltar.

quarta-feira, 20 de maio de 2009

o post mais clichezão do mundo;

sabe aquele papo de cuidar do jardim, regar suas flores e esperar que as borboletas venham?


pfff.
borboletas... só várias no meu estômago.

sexta-feira, 8 de maio de 2009

De como as coisas mudam...

e não mudam de uma hora pra outra não, sabe, é um processo.
não adianta querer dizer que se acontecer foi repentino e não deu tempo de reagir.

as coisas tão estranhas há tempos.
ver, eu vejo. difícil mesmo é saber o que fazer pra mudar.

sei lá, de qualquer forma, a gente fica torcendo... sempre há a esperança de que os problemas se resolvam sozinhos. sempre há.



"now those days are gone... slowly.."

terça-feira, 24 de março de 2009

divagações aleatórias sobre o amor;

quando eu pensava em amor - amar alguém e ser amado - eu tinha outras idéias do que seria.
meus relacionamentos anteriores - fato: foram desastres acima de catástrofes.

eu nunca me senti amada. era sempre uma corrida incansável atrás do objeto de desejo, aquele rapaz inalcançável, e que bem, não tava dando a mínima pra minha existência. nunca nenhum deles deram.

esse tipo de coisa que acontecia e se repetia em cada nova tentativa de ser feliz, me fez ser quem eu sou, e o mais importante, é que me fez ser quem eu era - porque apesar de tudo, eu tenho muito orgulho.
_____________

o meu atual namorado, e pode-se dizer o primeiro cara que fez com que eu me sentisse valorizada, mulher, amada, querida, enfim, que não me fez mal... é tudo que eu sempre quis pra mim.

ele consegue reunir as características básicas e raras que eu com certeza não encontraria em qualquer um. que eu nem esperava encontrar.
ele é um anjo. é um presente de qualquer que seja o(s) ser(es) divino(s) que governe(m) este mundo.
morar com ele é o maior presente que eu ganhei na vida.

eu não sei, só queria poder contar pros quatro cantos do mundo o tamanho da minha atual felicidade.
é grande, mundo, talvez seja única.

e eu agradeço à quem quer que tenha tido influência nisso.
muito obrigada, porque hoje - e nos últimos 9 meses - eu, EU... tenho sido a pessoa mais amada e amante do universo.

sábado, 31 de janeiro de 2009

R.I.P. Ludovic;

o comunicado oficial veio dia 06 de janeiro mas eu só tomei conhecimento agora porque eu sou noob.

ludovic marcou a minha vida, desde 2004, foram incessantes dias de fúria, onde tudo que eu queria era extravazar e gritos de ordem como: "não me obrigue a implorar! não me obrigue a implorar!" me pareciam cair feito luva, não só pela minha 'juvenilidade', mas porque a gente precisa, a gente realmente precisa de ira pra continuar vivendo.

a baquela do Júlio, e a memória, de talvez, o segundo maior show que eu já assisti na vida (o primeiro, diga-se de passagem: Rolling Stones) ainda estão aqui comigo.
e ficarão.

dá vontade de chorar, cara, porque o Jair é gênio.
porque eles tocam muito. e chorar de raiva... pra honrar tudo que esses acordes, e principalmente essas palavras, já me fizeram sentir.


"janeiro continua sendo o pior dos meses."


era a banda brasileira que eu mais gostava. era a minha referência e minha esperança.
era meu porto seguro.


"quando eu tiver desprevinido, volte e acaba comigo, lembra como você era boa nisso?"
eu deixo com pesar pra download, os dois álbuns que eles lançaram [clique na imagem para baixar]:



[2004] Servil[2006] Idioma Morto



Meu amor, você sempre me terá a seus pés.

sábado, 13 de dezembro de 2008

O Curioso Caso de Gabriella Vieira;

Eu tenho 21 anos, mas tenho idade mental de 75. Sem exagero.
Totalmente velha.

Gosto de jogar buraco (canastra) nos fins de semana. Tomo café que nem água, fumo como se eu fosse viciada há 20 anos, fico parada por horas sem entendiar, tomo remédios regularmente, ouço Zé Ramalho com uma certa alegria e frequência, e sou ranzinza. MUITO ranzinza.
Às vezes, eu claramente reclamo de algo sem nenhum motivo aparente só pra exercitar. Tenho o péssimo costume de chamar atenção das pessoas e querer mandar nelas.

Ontem quando fui ver Rede de Mentiras, abre parênteses por favor: É MUITO FODA. Tu nunca dá nada por filmes que são estrelados por dois figurões de Hollywood - dessa vez Leonardo di Capprio e Russel Crowe, ou dá demais e acaba superestimando a coisa toda, mas este filme vale os 16 reais que o Cinemark ousa te cobrar. É engraçado, é sério, é dramático, é elegante, é romântico, é bem legal, enfim. Assista, se puder. Feche os parênteses por favor.
E passou o trailler do filme do (*ai, derrete*) Brad Pitt e parece ser bem bacana, também.

Download de O Curioso Caso de Benjamin Button:
Parte 1, Parte 2, Parte 3

Download da Trilha Sonora:
http://rapidshare.com/files/202288625/alexandre_desplat_-_the_curious_case_of_benjamin_button__2008_.rar

terça-feira, 2 de dezembro de 2008

Sobre Diogo Mainardi;

Sobre o Mainardi...
Eu nunca vi o Mainardi dizer nada sem fundamento. Sério.

O que deixa as pessoas furiosas com ele é o fato dele ser simples, direto, ofensivamente direto ao apontar o dedo pra cada imundo, ladrão, porco deste governo de 8 anos.

O que deixa as pessoas furiosas com ele, é o fato dele enchicalhar os petistas e essa mania de "somos bonzinhos, politicamente corretos, semi-comunistas, e o país tá dando certo. se roubamos? roubamos. mas quem não rouba?"

Diogo Mainardi cita nomes na sua coluna, cita fatos, cita roubos descarados.
Antes de Lula, ele não tinha esta repercurssão. A partir de 2005, ele se empenhou em cada uma de suas colunas pra abrir os olhos do povo - sim, abrir - mas não adianta. O POVO não lê a Veja, aliás, o POVO não lê porra nenhuma, porque não se interessa por leitura, de nenhum tipo.
E quem mais critica Diogo Mainardi é quem menos o lê.

Quem não lê de nada, dá crédito pra Carta Capital, por exemplo.

(Não que eu não dê crédito pra Carta Capital, eu dou... Aliás, eu dou crédito pra toda mídia escrita e falada, televisiva e o escambal. Jornalismo é tudo igual. Não importa se é a globo que faz, ou a TV Cultura. Distinguir emissoras, revistas e jornais é mania de petista! Mania de pseudo-comunista!)

E não dá crédito pra VEJA, porque a Veja é revista de reacionário, jornalista burro e comprometido com a verdade...
*apóia a mão no rosto e o cotovelo em cima da mesa.*

Mas Mino Carta, após ter sido citado diversas vezes na coluna de Mainardi, sendo acusado de receber dinheiro do governo como uma espécie de patrocínio - PORQUE PORRA! ESSAS COISAS NINGUÉM NEM SABE QUE EXISTEM - qualquer jornalista conhece Mino Carta, qualquer calouro de jornalismo o conhece, mas quantos brasileiros conhecem o dito-cujo? o que eu queria ressaltar é que ele proferiu as seguintes palavras contra Diogo:

"- Não se aborreça com Diogo Mainardi, afinal o máximo que o cidadão produz com perfeição é paralisia cerebral. "
ou ainda:
"- Diogo Mainardi é um infeliz e digno de pena. Ter um filho deficiente dá mais pena ainda, porque isso fez dele uma pessoa amarga, invejosa e sem escrúpulos."

(Diogo Mainardi possui um filho mais velho com paralisia cerebral...)

Esse é um tipo de jornalista dos bons.
Esse é um tipo de jornalista que não está na Veja, porque é competente (porém é um dos fundadores da revista).
Esse é um tipo de jornalista que as pessoas nem sabem o nome, portanto não odeiam, mas odeiam Diogo Mainardi.

Sério, eu poderia ficar aqui até amanhã falando e falando...
Mas eu preferia que lessem o livro, e melhor: LESSEM A BOSTA DA COLUNA do Mainardi, sem opiniões pré-estabelecidas (sabe-se lá baseadas no quê...) de que o governo Lula não é uma merda total. E principalmente, de que ele diz coisas sem base.
Quando ele quer dar opinião pessoal, fica claro no texto que é apenas uma opinião, não possui provas, nem nada, tá lá escrito.

- Mas todo mundo quer que respeitem a sua opinião.
Quando um jornalista da Caros Amigos dá opinião pessoal, TUDO BEM NÉ, CARA, opinião é opinião...
Mas a opinião de Diogo Mainardi (sabe-se lá porque... não pode/deve ser respeitada.)

Vai entender os petistas!

domingo, 30 de novembro de 2008

o mundo não gira em torno do meu umbigo;

ultimamente não tenho falado muito sobre mim no blog.

e eu acho que esperarei dezembro pa poder fazer aquele fechamento do ano como sempre fiz.
um resumão de tudo que aconteceu, as coisas boas e ruins, e uma conclusão.

mas eu queria informar que eu senti que mudei muito pouco, que eu ainda valorizo meus amigos (os virtuais às vezes até mais que os reais...) e que eu ainda sou uma manteiga derretida calcificada por fora. quem consegue romper essa calcificação e adentra lá na minha parte boa, mesmo, sabe que eu no mínimo - espero - sou alguém que se deve dar uma chance.

eu realmente mereço uma ou outra chance. :)

sábado, 25 de outubro de 2008

Luis Fernando Veríssimo;

Não gosto da áurea de gênio que circunda a figura do Veríssimo.
É bem parecido com o que ocorre com os Los Hermanos. Os fãs se perdem um pouco, e acham tudo genialidade, e perdem a capacidade de distiguir a qualidade do trabalho depois de um tempo.

Não é porque um escritor acerta em várias crônicas (e eu acho realmente que o Veríssimo possui crônicas valiosíssimas...), que TUDO que ele escreva seja magnífico.
Alguns textos são incrivelmente enfadonhos, outros incrivelmente 'infantis', por assim dizer, outros razoáveis, e assim vai.

Hoje terminei de ler seu último livro "Banquete dos Deuses" (disponível pra download aqui.) e achei bem bacana, por se tratar de uma compilação de textos sobre cinema, música e literatura.
Mas cá pra nós, falar sobre cinema, música e literatura é muito fácil. [eu mesma estou aqui neste exato momento falando sobre literatura e não sinto dificuldades em me expressar, por exemplo.]
Cá pra nós, quando se possui um emprego onde tu seja obrigado a escrever algo toda semana, como é o caso do crontista, é muito mais fácil ainda que tu tenha material para publicar N livros.

Algumas curiosidades são muito boas, algumas frases dignas de citação.
E não é uma questão de desmerecer, nem glorificar o trabalho deste escritor (que respeito bastante, principalmente pelo fato de ser filho do Erico Veríssimo - e este sim, tiro o meu chapéu com louvor e sempre...), é uma questão de identificar nitidamente suas 'más obras'.

Comédias para se Ler na Escola, por exemplo, é um título HIPER fascinante.
Aposto que vários e vários jovens compraram (ou pegaram emprestado na biblioteca...) este livro só pelo título, os que ainda não se sentiram encorajados pelo título, se tiveram a 'sorte' de se deparar com aquela edição alaranjada, certeza que não escaparam do empréstimo.
Mas que adolescente não se sentiria atraído por um livro - que pelo menos o nome incita - seja um livro de piadas para se ler durante as aulas e fugir pra bem longe da voz rouca daquela professora caquética falando sobre como os átomos de carbono se unem aos átomos de oxigênio?

- Eu fui um desses adolescentes.
E me arrependi primorosamente. Quando cheguei ao fim (e eu não o li inteiro na escola...), cheguei à conclusão que ganharia mais se estivesse ouvindo o professor de física explicar qual era a força que agia sobre aquela roldana num determinado instante 'a' para erguer então um peso 'x'...

Deixo a dica de leitura do livro, sim.
Mas deixo o conselho de manter-se atento para a mistificação de artistas comuns, talentosos, porém superestimados.

Felicidade Clandestina;

Só uma curiosidade: nas biografias da Clarice é fácil ver que a data de nascimento dela consta de 10/12/1925, mas na verdade, ela é de 1920. e... bem, eu realmente não confio que seja de 10/12/1920... penso que ela é virginiana.
tem características de virgiana.
mas como é algo não-comprovado, tão pouco comprovável, costumam atribuir a sisudez à decêndencia eslava, ao sangue ucraniano, essas coisas.
mas vou ao que interessa:

De todos, eu disse, DE TODOS os contos que Clarice escreveu, Felicidade Clandestina (que dá nome a um de seus livros) é o melhor. é irrefutável. melhor. ponto final.

deixo o link pra download. :] Clique Aqui. :D

quarta-feira, 15 de outubro de 2008

Gabi amava...

"ouvi dizer que o teu olhar ao ver a flor... não sei porque achou ser de um outro rapaz..."

hoje à tarde me veio essa música à cabeça.
parei pra pensar que gosto de músicas onde há conflitos entre o ser que ama, o ser amado e seu respectivo ser amado (que não é obviamente, aquele que o ama... entende?)

vai ver é porque minhas histórias de amor se identificam com esse tema.
é sempre um: "João amava Teresa que amava Raimundo que amava Maria que amava Joaquim que amava Lili que não amava ninguém."

e o que acontece é que Lili se casa é com J. Pinto Fernandes, que nem entrava na história.

e a gente tem tudo sem saber quem é.
talvez J. Pinto nunca tivesse amado ninguém, mas pode então, enfim amar.

Isso é quase lição de vida, cara. :)

quarta-feira, 1 de outubro de 2008

sabe o que me assusta?

é estar cada vez mais parecida com a minha mãe.
tanto em personalidade, quanto fisicamente. :/




e o pior: é continuar achando que sobra muito do meu pai nisso tudo, também.

quarta-feira, 27 de agosto de 2008

menina, menina...

estamos há 3 dias do meu aniversário de 21 anos.

e eu vejo que ainda falta aprender sobre coisas que eu já devia saber desde os 15.

primeiro: não, o teu príncipe encantado não virá. mesmo que você tenha idealizado um príncipe encantado versão século XXI, de óculos, gordinho e nerd, parando na tua frente após descer de um avião.

segundo: não, tuas roupas não se limpam sozinhas. mesmo com o advento da máquina de lavar, a que há de ponta no mercado, não vasculha teu quarto atrás de peças sujas, e a coloca dentro da máquina, calcula o sabão e amaciante e lava, centrifuga, seca e passa pra ti, não.

terceiro: se continuar desastrada assim, continuará levando puxões de orelha, minha querida. derrubar uma caixa de sabão em pó no carpete do quarto, e esperar que aquela lambança que ficou após tu passar uma vassoura molhada em cima suma com um piscar de olhos, não vai acontecer.

é... pra quê cara feia? na vida... ninguém paga meia.
_____________

os últimos 3 dias não tem sido fáceis.
dizem que na semana do aniversário a gente vive um inferno astral, eu acreditei nisso uma vez, agora ferrou-se.
minha psique deve criar armadilhas de 23 a 30 de agosto, só pra manter minha crença viva. ;]

sábado, 9 de agosto de 2008

hoje acordei e descobri que iriam demolir a minha casa;



ainda de roupão, saí, e deitei na frente das máquinas.

é meio isso, nada de gritos, nada de discutir, eu faço o que de mais brilhante vier à mente no momento.
eu sou como arthur dent.
e se dali, sou convidada a uma conversa no bar regada a amendoins e cervejas para saber que a terra será implodida... sem idéias brilhantes dessa vez? então aceito.


a vida é simples, os problemas do dia-a-dia são simples, as pessoas que teimam em tornar grão de areia em avalanche.

domingo, 15 de junho de 2008

Demorou, vai ser melhor...

listinha de livros pra ler:

- a mulher desiludida, simone de beauvoir.
- cartas do pequeno príncipe, antoine de saint-exupery.

____
junho na minha vida tem sido o mês da mudança.
é o mês da renovação de planos, e do aquietamento das minhas angústias.

depois de meio semestre conturbado, na verdade 2 meses, só.
mas capazes de bagunçar tudo. ;/
eu espero que as coisas melhorem e permaneçam assim.

quarta-feira, 21 de maio de 2008

msn;

para ler o post: clique aqui.